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Ato em defesa da soberania nacional ocorre dia 1º de agosto em Salvador

Manifestação será às 15h, no Campo Grande, e também levantará bandeiras por justiça tributária, direitos trabalhistas, meio ambiente e solidariedade internacional

Movimentos populares, sindicais e estudantis convocam a população de Salvador para um grande ato em defesa da soberania nacional nesta quinta-feira, 1º de agosto, às 15h, com concentração no Campo Grande. A atividade está sendo organizada pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, com apoio de diversas entidades, e foi deliberada a partir do Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), realizado entre 16 e 20 de julho em Goiânia (GO).

Sob o mote “Soberania não se negocia: abaixo o tarifaço de Trump”, os organizadores denunciam a taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos às exportações de produtos brasileiros. A medida, anunciada pelo governo de Donald Trump, representa um duro golpe à economia nacional, com impactos diretos sobre a indústria e os empregos no Brasil. Além disso, revela a política hostil de Washington contra países soberanos, num contexto de disputa geopolítica em que o Brasil é tratado como alvo. Os movimentos também condenam a postura da extrema-direita, que atua para minar os interesses nacionais e até conspira com governos estrangeiros contra o povo brasileiro, caracterizando um verdadeiro caso de traição à pátria.

Para Caio Botelho, integrante da comissão operativa da Frente Brasil Popular, o momento exige mobilização e unidade: “Estamos diante de um grave ataque ao Brasil e ao povo brasileiro, e mais do que nunca defendemos a unidade da classe trabalhadora e dos setores comprometidos com o desenvolvimento para defender nossa soberania. Ao lado disso, desejamos conquistar mais direitos e uma melhor qualidade de vida para quem trabalha e produz. Por isso, a redução da jornada de trabalho e a justiça tributária são bandeiras atuais e necessárias”.

O ato também vai pautar temas da campanha do Plebiscito Popular, em curso em todo o país até setembro. Para enfrentar as desigualdades sociais, os manifestantes exigem o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho, além da taxação dos super-ricos e isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.

Outras bandeiras estarão presentes na manifestação, como o veto ao Projeto de Lei que promove a devastação ambiental e a solidariedade ao povo palestino, que segue enfrentando um genocídio promovido pelo Estado de Israel, com apoio das potências ocidentais.

Victor Passos, da direção estadual do MST na Bahia, destaca o papel estratégico da mobilização: “As ruas sempre foram território de disputa e conquista para os movimentos populares. É nelas que o povo se levanta, denuncia as injustiças e aponta caminhos para um projeto de país mais justo e popular. O ato do dia 1º reforça a construção do Plebiscito Popular como instrumento de escuta, mobilização e enfrentamento coletivo”.

O ato do dia 1º promete ser um marco de resistência e afirmação de um projeto nacional soberano, com justiça social e respeito aos direitos do povo. A convocação é ampla e dirigida a todos que defendem o Brasil.

Fonte / Foto: Assessoria de Imprensa

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