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Bahia realiza 1º Seminário de Policiamento Orientado pela Inteligência com participação da Abin e da Polícia Federal

O 1º Seminário de Policiamento Orientado pela Inteligência da Polícia Militar da Bahia (PMBA) foi aberto nesta segunda-feira (8), no Hotel Fasano, em Salvador, reunindo representantes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), do Ministério Público da Bahia, da Polícia Federal, da Superintendência de Inteligência e da PMBA. O encontro segue até o dia 11 de setembro, com 15 palestras sobre temas como prevenção à violência nas escolas, combate aos crimes cibernéticos e inteligência na Polícia Federal.

O comandante-geral da PM, coronel Antônio Magalhães, destacou que a iniciativa acontece no ano do bicentenário da corporação, reforçando a modernização e a capacitação. “Estamos investindo em melhores condições de trabalho e na formação do nosso efetivo. Esse seminário é nacional, mas com alcance internacional, já que contamos com a participação de profissionais de inteligência de outros países”, afirmou. Segundo ele, o uso da inteligência como norteadora do policiamento garante benefícios diretos à sociedade e à tropa: “É segurança para o nosso profissional de polícia, é segurança para o cidadão, porque o policiamento passa a ser orientado e nos leva a decisões mais pontuais e medidas previamente planejadas”, disse.

O comandante de Inteligência da PMBA, coronel Mauro Araújo, ressaltou que o encontro marca a apresentação do novo Sistema de Inteligência da Polícia Militar (Sinpom), estruturado em 117 agências e com quase mil policiais cadastrados. “Com esse seminário, esperamos fortalecer a nossa rede de inteligência, aumentar a eficácia operacional, ampliar a cooperação interinstitucional e aprimorar a tomada de decisão para prevenir o crime, de forma estratégica”, explicou. Ele destacou ainda que os efeitos já estão sendo percebidos: “Os resultados esperados já estão acontecendo. As operações orientadas pela inteligência começam a se intensificar e a tendência é que sejam cada vez maiores e mais efetivas”.

Já o delegado federal Eduardo Badaró, coordenador da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICO), enfatizou a relevância da articulação entre órgãos estaduais e federais. “A inteligência funciona como a base principal de todo o combate ao crime violento. Cada instituição tem um fragmento do conhecimento que precisa ser unido, e isso se dá pela integração”, afirmou. Segundo ele, a Bahia se destaca no cenário nacional: “O estado é vanguardista, porque aqui a integração é absoluta entre as instituições. A informação produzida dentro de uma instituição naturalmente alcança as demais, o que facilita o combate ao crime organizado”, concluiu.

Fonte: Secom GovBA
Foto: Yasmin Ribeiro

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