BitcoinBlockchainCriptomoedasEconomiaEconomia Descentralizada

BTC continua preso abaixo de US$ 110 mil sem forças para grandes altas

Movimento das grandes carteiras contrasta com o medo do varejo, enquanto analistas divergem sobre a próxima direção do Bitcoin entre US$ 96 mil e US$ 135 mil.

O preço do Bitcoin (BTC), na manhã desta sexta-feira (31), está cotado em R$ 593.522,41. O preço do BTC não consegue esboçar uma recuperação e agora está abaixo de US$ 110 mil, com poucas chances de alta.

Bitcoin análise macroeconômica

André Franco, CEO da Boost Research, afirma os mercados asiáticos estão a caminho de registrar seu 7º mês consecutivo de ganhos, impulsionados por resultados sólidos de gigantes de tecnologia como Amazon e Apple.

Entretanto, o dólar subiu para máximas de três meses à medida que a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve em dezembro caiu, gerando incerteza sobre o apetite por risco. Já o Bitcoin, cotado em aproximadamente US$ 109.000 apresenta uma expectativa de curto prazo neutra a levemente negativa.

Apesar do ambiente global ainda favorável a ativos de risco (mercados em alta, liquidez relativamente presente), o fortalecimento do dólar e a queda nas expectativas de novos cortes de juros pelo Fed reduzem o impulso extra para o Bitcoin. O ativo pode oscilar de forma lateral ou sofrer leve correção. Faixa provável de oscilação: US$ 106.000 a US$ 112.000, com tendência de queda em caso de intensificação de alta no dólar.

Bitcoin análise técnica

De acordo com dados recentes da Santiment, foram criadas 231 novas carteiras com mais de 10 BTC nos últimos dez dias, ao mesmo tempo em que cerca de 37 mil pequenos investidores venderam suas posições. O Índice de Medo e Ganância caiu para 31 pontos, mostrando um mercado em estado de medo.

Essa movimentação contrária costuma ser interpretada como sinal de reversão. Historicamente, quando o varejo capitula e as baleias acumulam, o preço tende a reagir positivamente. Mesmo assim, o sentimento geral ainda é de cautela, já que o Bitcoin enfrenta resistência técnica importante.

Os analistas estão divididos quanto ao futuro próximo. O trader @CryptoMobese aponta que o suporte em US$ 109 mil é crucial para sustentar a tendência de alta. Caso o preço permaneça acima desse nível, ele acredita em uma movimentação em direção aos US$ 135 mil, conforme a estrutura de Ondas de Elliott. A principal resistência técnica está em US$ 112,4 mil, região onde o mercado tem falhado em se manter.

No entanto, uma queda abaixo de US$ 109 mil poderia abrir espaço para uma correção até US$ 96 mil, anulando o otimismo atual. O indicador de força relativa (RSI), em 78 pontos, mostra que o ativo está sobrecomprado, o que aumenta o risco de recuo no curto prazo.

Por outro lado, o cenário macroeconômico continua sustentando a visão otimista das instituições. A VanEck mantém sua projeção de US$ 180 mil até o fim de 2025, citando entradas contínuas nos ETFs de Bitcoin e a redução da oferta após o halving. Já a Canary Capital estima 50% de probabilidade de o BTC alcançar entre US$ 140 mil e US$ 150 mil antes do final do próximo semestre.

Portanto, o preço do Bitcoin em 31 de outubro de 2025 é de R$ 593.522,41. Neste valor, R$ 1.000 compram 0,0016 BTC e R$ 1 compram 0,0000016 BTC.

As criptomoedas com maior alta no dia 31 de outubro de 2025, são: ZCash (ZEC), Aerodrome Finance (AERO) e Dash (DASH), com altas de 5%, 4% e 1% respectivamente.

Já as criptomoedas que etão registrando as maiores baixas no dia 31 de outubro de 2025, são: Pump.fun (PUMP), DoubleZero (ZZ) e Hyperliquid (HYPE), com quedas de -10%, -9% e -8% respectivamente.

Este artigo não contém conselhos ou recomendações de investimento. Toda decisão de investimento e negociação envolve riscos, e os leitores devem realizar sua própria pesquisa antes de tomar uma decisão.

Fonte: CoinTelegraph
Foto: Pexels

Related posts

Mercado de farmacêuticos de cannabis deve atingir US$ 72,7 bilhões até 2030

Fulvio Bahia

Cannabis e solo: o papel da planta na regeneração ambiental e no desenvolvimento sustentável

Fulvio Bahia

Milionários pagam menos Imposto de Renda que servidores públicos

Fulvio Bahia

Deixe um comentário

Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência. Nós assumimos que você concorda com isso, mas você pode desistir caso deseje. Aceitar Leia Mais