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Martagão recebe visita de comitiva do Einstein Hospital Israelita sobre projeto OncoBrasil

O Martagão Gesteira recebeu, nesta quarta-feira (4), Dia Mundial de Combate ao Câncer, a visita de uma comitiva do Einstein Hospital Israelita. A iniciativa faz parte do “Projeto OncoBrasil – Mapeamento nacional do câncer infantojuvenil” e o objetivo foi conhecer o serviço de oncologia do hospital filantrópico, referência na Bahia.

Idealizado pela Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE) e Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência (CONIACC), o mapeamento é conduzido pelo Ministério da Saúde em parceria com o Departamento de Atenção ao Câncer (Decan/Saes/MS), Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Coordenação Geral de Projetos (CGPROJ) da SAES, por meio do PROADI-SUS, tendo o Einstein Hospital Israelita como instituição executora.

Diretor médico do Martagão, Ian Simões explicou que a agenda na Bahia é uma visita diagnóstica. “Algumas unidades de relevância nacional que são referência em tratamento oncológico pediátrico foram escolhidas para mostrar um pouco das suas realidades de saúde e servirem para uma futura melhoria de políticas públicas e articulações em rede”, destacou.

A partir da coleta de dados, o projeto nacional pretende desenhar uma rede integrada, onde os
hospitais se complementam; organizar fluxos de
encaminhamento mais inteligentes; Apoiar gestores na definição de políticas, investimentos e habilitações e ofertar tratamento de excelência, independentemente do local de residência.

Consultora de projetos do Albert Einstein, Beatriz Fuziharo acrescentou que, a partir das visitas, espera-se conseguir gerar dados qualificados e sistematizados da saúde pública atual no Brasil, especificamente sobre a oncopediatra. “Temos
um escopo de mapear até 196 hospitais com atendimento oncopediátrico e até 105 instituições de apoio ao longo de 2026. O nosso objetivo é coletar esses dados, fazer uma análise de forma qualificada e escrever um artigo científico considerando todos os insights que tivermos com base nessa análise”, destacou.

Segundo Beatriz, é importante pontuar que esse estudo não é uma auditoria. “Esse mapeamento é realmente uma uma oportunidade de conhecermos cada vez mais o cenário da oncologia pediátrica no Brasil para embasar políticas públicas no futuro e o que faz mais sentido para essa realidade”, ressaltou.

Representante da Sociedade Brasileira de Oncopediatria, a médica oncopediatra Teresa Cristina Cardoso ressaltou a importância do mapeamento. “ Precisamos entender o contexto nacional, saber qual é a estrutura que nós temos para o atendimento dessas crianças e adolescentes com câncer e quais são nossas fortalezas e o que precisamos melhorar”, frisou.

Fonte / Foto: Ascom HMG

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