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FGM impulsiona Salvador ao protagonismo na produção teatral internacional

A Fundação Gregório de Matos (FGM) está apoiando espetáculos teatrais participantes da 15ª edição do Festival Internacional Gestos de América (Figa). O evento tem como objetivo projetar o teatro nordestino para o mundo e insere a Bahia na rota dos mercados internacionais de artes cênicas.

O festival, que até 2008 era conhecido como FilteBahia, reúne 16 espetáculos – nove do MITNordeste e sete do MITSalvador – além de showcases, residências, rodadas de negócios e encontros com programadores internacionais, ampliando oportunidades de circulação das artes cênicas.

A programação acontece em diversos espaços culturais: Teatro Gregório de Matos, Centro Cultural Barroquinha, Caixa Cultural, Teatro Sesi Rio Vermelho, Teatro Molière, Casa Preta Espaço de Cultura e Espaço Xisto Bahia. Os ingressos podem ser adquiridos no Sympla e nas bilheterias dos teatros, no valor de R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). Mais informações no site oficial do evento: https://www.gestosdeamerica.com/.

“É uma enorme satisfação para a Fundação Gregório de Mattos apoiar financeiramente um festival da envergadura do Figa, que reafirma Salvador como centro estratégico da produção teatral latino-americana. A FGM acredita que investir nas artes cênicas é também investir na potência criativa e na projeção internacional da nossa cidade. O Figa é um exemplo claro de como a política pública cultural pode ampliar redes, gerar oportunidades e consolidar a cena artística baiana no mundo”, destacou o presidente da FGM, Fernando Guerreiro.

O diretor artístico do festival, Luís Alonso Aude, conta que o edital da FGM foi muito importante para dar seguimento ao sonho de reativar o festival que já é realizado há 15 anos. 

“Tivemos que parar por dois anos e agora veio o edital Gregórios Ano IV, que vem realizando um trabalho muito importante no setor cultural na cidade. A arte é necessária para a transformação social e, para ela existir, o poder público e a iniciativa privada devem entender que o artista precisa viver da sua arte. Mercados internacionais de artes ajudam a corroborar a ideia de que é necessário exportar não somente matérias-primas que fazem girar a economia, mas exportar arte é uma maneira de fazer que o Brasil e suas regiões potencializem e expandam a sua imagem e continuem se inserindo no mundo como expressão cultural forte”, explicou.

“Mudamos de Filte para Figa, e o nome comporta um valor simbólico e, ao mesmo tempo, fala de gestos. Os gestos sociais nos quais a arte de hoje se inspira. As periferias dos corpos sociais que a arte de um passado, não muito distante, escondia através de uma contemplação e um movimento elitista. Hoje tendemos aos gestos, às pulsações de uma sociedade que precisa dizer através da arte as suas dores e necessidades. Assim o Figa chega como um FilteBahia renovado para festejar 15 anos de existência”, concluiu Aude.

O projeto como um todo foi contemplado pelo edital Gregórios – Ano IV, com recursos da Fundação Gregório de Mattos, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (Secult), Prefeitura de Salvador e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), Ministério da Cultura e Caixa.

Fonte: Secom PMS
Foto: Diney Araujo

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