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PT Bahia aprova estado permanente de mobilização

Direção do PT Bahia destaca a importância do Plebiscito Popular 2025 e defende mobilizações nas ruas pela soberania, contra os privilégios e pelas pautas do povo

O debate sobre justiça tributária voltou ao centro da agenda nacional com a proposta do governo federal de criar um imposto mínimo para os super-ricos — brasileiros que recebem acima de R$ 50 mil por mês (R$ 600 mil por ano) – afetando cerca de 140 mil contribuintes brasileiros. A medida, defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), busca abrir espaço fiscal para isentar de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil mensais, beneficiando milhões de trabalhadores.

Nesse contexto, o Plebiscito Popular por um Brasil Mais Justo 2025 prorrogou seu prazo de votação para até 12 de outubro com urnas presenciais em centenas de pontos pelo país e votação online pela plataforma Vota Bem. Clique aqui.

A iniciativa, organizada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, consulta a sociedade sobre temas centrais para a classe trabalhadora, como o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial e a isenção do Imposto de Renda para rendimentos até R$ 5 mil, com maior taxação sobre quem recebe acima de R$ 50 mil.

“Na Bahia, diversas cidades realizaram atos que fortaleceram a defesa da democracia e exigiram que o Congresso Nacional se debruce sobre pautas que efetivamente melhorem a vida do povo brasileiro. As manifestações expressam o acúmulo de forças que o campo progressista vem construindo desde que assumimos uma postura mais combativa em defesa do nosso governo, do nosso país e das nossas bandeiras históricas”, afirma Tássio Brito, presidente do PT Bahia.

Segundo o dirigente, a votação ocorre em um momento importante em que o parlamento brasileiro vem se consolidando como um espaço de bloqueio das mudanças populares mais básicas. 

Estudos recentes reforçam a urgência do tema. Levantamento de 2024 mostra que brasileiros com rendimento mensal superior a R$ 37 mil pagam, em média, 14% de impostos — percentual semelhante ao de pessoas que ganham R$ 6 mil. Já entre os super-ricos, as alíquotas totais caem para menos de 13%.

Para a militância da esquerda, é fundamental manter a sociedade mobilizada e consciente. “Queremos que a população participe ativamente desse processo, opinando sobre medidas que impactam diretamente seu dia a dia. Precisamos ampliar o debate público e pressionar o Congresso para aprovar pautas que reduzam desigualdades, como a justiça tributária e a redução da jornada de trabalho”, reforça o secretário de Movimentos Populares do PT Bahia, Thiago de Souza.

A proposta de justiça tributária também é defendida pelo governo Lula em fóruns internacionais, como o G20 e os Brics, onde o país tem reiterado a necessidade de esforços globais para taxação dos super-ricos.

Fonte: Ascom PTBA
Foto: PT Bahia| Letícia Oliveira

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