Projeto levou espetáculo “Histórias do Mundão” e vivência teatral gratuita para Jacobina e Santo Antônio de Jesus, promovendo acesso à arte para crianças e jovens da rede pública
Arte, ludicidade e educação envolveram e transformaram os dias de crianças e jovens do interior da Bahia, através do Coletivo Chegança Atelier Cultural (@ateliercheganca), que celebra cinco anos de circulação contínua do espetáculo infantojuvenil “Histórias do Mundão” e da vivência teatral “Contando Histórias do Meu Mundão”.
O projeto levou atividades gratuitas para crianças e jovens de 5 a 14 anos, nas unidades do Sesc Jacobina e Sesc Santo Antônio de Jesus, através do edital Circula Cena que é uma iniciativa da Funceb e conta com a cooperação do Sesc-Bahia e parceria da Secretaria de Educação do Estado da Bahia.
Durante a circulação, estudantes da rede pública participaram de um espaço prático de experimentação artística conduzido pelas arte-educadoras e idealizadoras do Chegança Atelier Cultural, Ana Mendes e Manu Santiago, além de assistir ao espetáculo que reúne contação de histórias, teatro físico e música ao vivo. Em muitas turmas presentes, o contato com o teatro acontecia pela primeira vez.
“A maior parte do nosso público nunca havia pisado em um teatro ou participado de uma prática teatral. Como podemos dizer se uma criança gosta ou não de teatro se ela nunca assistiu a um espetáculo? Projetos como o Circula Cena, que focam na democratização, na descentralização e na mediação cultural, são extremamente necessários e urgentes”, destaca Ana Mendes.
Para Manu Santiago, a experiência reforça a potência da arte como ferramenta de transformação social.
“Levar o teatro e a literatura para a criançada de diferentes regiões nos renova. Estamos com todo o gás para seguir adiante, pois sabemos que ainda há muito chão e muitas histórias para compartilhar. Essa jornada é a confirmação de que a arte é uma ferramenta de transformação poderosa e atemporal”, afirma.

As arte-educadoras também afirmaram que em ambas as cidades foram muito bem acolhidas pelo público e tiveram a oportunidade de trocar experiências com artistas locais e conhecer espaços culturais.
A circulação também contou com ações de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras e monitoria pedagógica para crianças atípicas e PCDs, além de atividades de sensibilização realizadas nas escolas antes das apresentações.
O Chegança Atelier Cultural segue o ano com projetos voltados a desenvolver ações artísticas e formativas que combinem arte, cultura e educação voltadas a crianças e educadores.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Foto: Kaiky Moura
