“É uma demonstração pública de luta contra a violência, o preconceito e a invisibilidade”, afirmou o vereador
A 23ª Parada LGBTQIAPN de Salvador reafirma a força da mobilização da comunidade LGBTQIAPN e ocupa as ruas da capital baiana como um importante espaço de celebração, resistência e reivindicação de direitos. Para o vereador Hamilton Assis (PSOL), o ato, que ocorreu no último domingo (6), representa muito mais do que uma manifestação cultural: é uma demonstração pública de luta contra a violência, o preconceito e a invisibilidade que ainda atingem a população LGBTQIAPN.
Para Hamilton, a realização da Parada em Salvador tem um significado político especial. “Em uma cidade marcada pela diversidade e pela força dos movimentos sociais, a ocupação do espaço público pela comunidade LGBTQIAPN reafirma o direito de existir com dignidade, segurança e liberdade”, afirmou.
“Ocupamos as ruas para celebrar nossas vidas, mas também para denunciar a violência, o preconceito e a invisibilidade. A Parada LGBTQIAPN é um ato político porque afirma que nenhuma pessoa pode ser discriminada ou ter sua existência negada por sua orientação sexual ou identidade de gênero”, destaca Hamilton Assis.
O vereador também chama atenção para a necessidade de transformar a visibilidade conquistada nas ruas em políticas públicas permanentes. Segundo ele, combater a LGBTfobia exige compromisso do poder público com educação, saúde, segurança, trabalho, cultura e garantia de direitos.
“A democracia só será plena quando todas as pessoas tenham seus direitos respeitados, possam viver suas identidades e seus afetos sem medo. Não basta celebrar a diversidade em um dia do ano. É preciso enfrentar a violência e construir políticas que garantam cidadania e dignidade à população LGBTQIAPN todos os dias”, afirma.
A 23ª Parada LGBTQIAPN de Salvador, nesse sentido, é celebrada por Hamilton como uma expressão da resistência histórica dos movimentos LGBTQIAPN e como um chamado à sociedade e ao poder público para que a diversidade seja efetivamente respeitada.
“Estar na Parada é também dizer: nós existimos, resistimos e temos direitos. Salvador precisa ser uma cidade onde a diversidade não seja apenas tolerada, mas respeitada e protegida”, conclui o vereador.
Fonte: Ascom CMS
Foto: Divulgação
