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João Roma critica PT e diz que violência, regulação e crise social atingem principalmente os mais pobres na Bahia

O pré-candidato ao Senado João Roma defendeu, nesta terça-feira (12), em entrevista à Andaiá FM, na região de Santo Antônio de Jesus, que os baianos façam uma reflexão responsável sobre os rumos do estado nas eleições de 2026. Após quase 20 anos de governos petistas na Bahia, ele questionou os resultados entregues à população em áreas como segurança pública, saúde, educação e assistência social.

“A violência na Bahia chegou a um estágio que salta aos olhos. As coisas estão viradas de cabeça para baixo no nosso estado. Onde já se viu bandido atirando na polícia?”, afirmou o ex-ministro da Cidadania, ao apontar a segurança pública como um dos exemplos mais graves da falta de comando no estado. Para Roma, o avanço da criminalidade não pode ser tratado como um problema isolado.

O presidente estadual do PL destacou que a violência afeta diretamente a vida das famílias baianas, aumenta a sensação de medo, especialmente nas periferias, e revela a dificuldade do governo estadual em garantir o básico à população.

Roma também criticou a atuação do governo estadual na área social, ressaltando a distância entre o discurso de defesa dos mais pobres e a prática administrativa dos governos do PT na Bahia. “O governo do PT diz que ajuda os mais pobres, mas toda vez que teve um soluço econômico, a primeira coisa que fez foi apertar os benefícios sociais da população mais sofrida”, declarou.

Na saúde, o pré-candidato citou a fila da regulação como símbolo de um sistema que deixou o cidadão dependente de favores para conseguir atendimento. “As pessoas estão mendigando favor quando o Estado deveria cumprir suas obrigações. O cidadão não pode ser obrigado a buscar favor para conseguir atendimento médico”, afirmou Roma.

Para o ex-ministro, a situação expõe uma contradição do grupo político que governa a Bahia há quase duas décadas: enquanto se apresenta como defensor dos mais vulneráveis, falha justamente quando essas pessoas mais precisam do poder público.

Roma afirmou que 2026 será uma oportunidade para os baianos avaliarem, com clareza, os resultados de quase duas décadas de um mesmo projeto político no poder e decidirem se desejam continuar no mesmo caminho ou construir uma nova direção para o estado.

“Eleição não é guerra de torcida. Eleição é o momento responsável em que colocamos em jogo o destino do lugar onde vivemos. Uma decisão errada não custa pouco. Custa caro, principalmente para quem mais precisa”, concluiu o ex-ministro.

Roma destacou que o mandato funciona como uma procuração dada pelo povo a alguém que terá a responsabilidade de representar suas ideias, necessidades e esperanças. “Essa pessoa vai receber um mandato para ser o seu porta-voz, para falar e defender aquilo que você acredita. Por isso, a escolha não pode ser leviana”, reforçou.

Fonte: Ascom João Roma – PL

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