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Para Aladilce “o 31 de março de 1964 foi uma data que deixou traumas”

Relembrar os 62 anos do 31 de março do golpe militar, para a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), é uma obrigação de todos que defendem a democracia no Brasil, “para que não se repitam os horrores da ditadura”. Na sessão da Câmara Municipal desta terça-feira (31), ela foi à tribuna registrar que “está é a data mais terrível que nós tivemos no último século, nos últimos 60 anos”.

O regime militar, que durou 21 anos, segundo Aladilce, foi um período de triste lembrança: “Foi um tempo de horror que vivi como criança, adolescente e no movimento estudantil. Uma fase que deixou sequelas, deixou traumas muito grandes, porque foi um regime sanguinário, que matou, que torturou e que infelicitou o Brasil, e além de tudo, levou nosso país a uma situação de crise econômica profunda”.

Aladilce desejou que a democracia, consolidada no país com a Constituição de 1988, seja mantida nas eleições deste ano com a reeleição do presidente Lula e do vice Geraldo Alckmin. “Não podemos correr o risco de retrocesso, de revivermos o terror de forma ainda pior, porque a ameaça que estamos enfrentando agora é de fascismo. Que nunca mais o Brasil volte àquela situação de retrocesso. Pelo contrário, a gente precisa é avançar no rumo da democracia”, declarou a vereadora.

Fonte: Ascom ver Aladilce Souza – PCdoB
Foto: Fabiana Guia

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