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Projeto “Vozes Maní” lança documentário com processo criativo de artistas da dança: da pesquisa ao palco

Documentário registra como memória, corpo e ancestralidade compõem construção do espetáculo idealizado pelas artistas baianas Samara Martins e Helena Norberto

O projeto “Vozes Maní” (@vozes_mani)  lança no dia 29 de maio um Documentário que apresenta os caminhos, encontros e memórias que deram vida ao espetáculo de dança criado pelas artistas Samara Martins (@samaranartins) e Helena Norberto (@helenanorberto). O documentário estará disponível no canal youtube.com/@VozesMani

Entre ensaios, viagens, oficinas e apresentações, o documentário acompanha o processo de criação de “Vozes Maní”, obra construída a partir das vivências de Samara Martins e Helena Norberto enquanto mulheres negras nascidas e criadas nas cidades de Maracás e Jequié, interior da Bahia.

Ao retornarem aos territórios que atravessam suas histórias, as artistas revisitam memórias da infância, histórias de família, afetos e referências ancestrais que ecoam em seus corpos e se transformam em dança. O documentário revela como essas experiências dão forma à obra, criando uma conexão sensível entre memória, identidade, território e movimento. A direção é de Jefferson Meira, da Viralize Comunicação; a fotografia é de Pio Filho e a produção executiva da Moiras Produtora.

Mais do que mostrar os bastidores de um espetáculo, a obra revela os encontros e as pessoas que fizeram parte dessa construção coletiva. Ao longo do processo, artistas, produção, direção de movimento, dramaturgia, música, figurino e parceiros que abriram espaço para os ensaios e trocas contribuíram para dar forma à obra.

O documentário também traz registros das oficinas realizadas em Maracás e Jequié, onde diferentes pessoas compartilharam suas histórias, experiências e modos de existir, fortalecendo ainda mais os caminhos da criação.

“A criação parte daquilo que vivemos. O corpo guarda memória, guarda marcas, guarda histórias. Em ‘Vozes Maní’, transformamos tudo isso em movimento, presença e narrativa”, afirma Helena Norberto.

Além do processo artístico, o projeto audiovisual mostra o retorno das artistas às suas cidades de origem e como esses territórios seguem vivos em suas formas de criar, sentir e dançar.

“Foram encontros muito fortes. Cada pessoa envolvida deixou um pouco de si na construção da obra. O documentário também nasce dessa troca coletiva, feita de escuta, presença e partilha”, completa Samara Martins.

Expandindo “Vozes Maní” para além do palco, o documentário convida o público a caminhar junto pelas memórias, processos e afetos que sustentam a obra, aproximando quem assiste da potência da dança, da escuta e das histórias compartilhadas.

O documentário “Vozes Maní: Entre vozes, corpos e caminhos” estará disponível no canal do YouTube do projeto no dia 29 de maio.

Este projeto foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado.

SERVIÇO:

Lançamento do Documentário “Vozes Maní: Entre vozes, corpos e caminhos”
29 de maio
Acompanhe em:
Instagram: @vozes_mani
Youtube: www.youtube.com/@VozesMani

SOBRE: Samara Martins é professora, artista da dança e coreógrafa. Sua atuação se dedica à criação em dança e à investigação do corpo como espaço de memória, expressão e construção poética. Em seus trabalhos, explora relações entre movimento, ancestralidade e experiências de vida, compreendendo a dança como linguagem sensível capaz de narrar histórias e produzir encontros. Desenvolve processos criativos que dialogam com a escuta, a partilha e a experimentação do movimento, criando obras e ações formativas que aproximam arte, território e comunidade. Sua trajetória artística é marcada pelo interesse em pesquisas que articulam dança, memória e identidade, fortalecendo o corpo como lugar de criação, presença e expressão artística.

SOBRE: Helena Norberto é licenciada em Dança e intérprete-criadora. Pesquisa as relações entre corpo, memória e ancestralidade a partir das culturas populares e dos saberes das rezadeiras. Sua investigação artística articula dança e escrita poética compreendendo o corpo como território de memória, espiritualidade e criação. Entre arte e vida cotidiana, desenvolve práticas que conectam maternidade, criação artística e modos de existência enraizados na ancestralidade.

Fonte: Gi Santana Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação

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