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Um olhar sobre as doenças de pets tratáveis com cannabis

Descubra no Guia Sechat 2024 as principais doenças tratáveis com cannabis em pets, trazendo informações confiáveis e atualizadas para o cuidado e bem-estar dos seus animais de estimação

Há um tempo, os tutores buscavam esperança em frascos de analgésicos comuns, entre exames e diagnósticos que surgiam em seus bichinhos de quatro patas. 

Hoje, esse mesmo olhar se volta a uma planta que por séculos foi estigmatizada, mas que agora floresce como remédio. Segundo a 4ª edição do Guia Sechat da Cannabis – 2024, no campo da medicina veterinária, a cannabis já não é apenas alternativa: ela é alívio.


As dores que os bichinhos não conseguem dizer


Dor crônica, ansiedade, convulsões, inflamações. São nomes difíceis que se escondem por trás de latidos mudos, miados calados e olhares aflitos. Nos cães e gatos que convivem com artrite, displasia de quadril ou osteoartrite, a dor se insinua nos movimentos curtos, nas patas que hesitam. O CBD (canabidiol), com sua potência anti-inflamatória e antioxidante, age como quem chega devagarinho para amenizar o sofrimento e devolver a mobilidade.


Para os medos que não sabemos consolar


Fogos de artifício, ausência dos tutores, mudanças no ambiente, há tantos gatilhos que despertam a ansiedade em nossos animais. O canabidiol se mostra um bálsamo, com ação ansiolítica capaz de acalmar o que pulsa acelerado no peito de um pet. Mais do que química, é acolhimento.


Quando o corpo treme sem pedir


Em casos de convulsões e epilepsia, especialmente nos cães, a cannabis medicinal tem se mostrado eficaz na redução da frequência e da gravidade das crises. A cada gota administrada com cuidado e orientação profissional, abre-se a possibilidade de uma vida mais tranquila, para o animal e para quem o ama.


Câncer, inflamações e o conforto possível


A cannabis não é cura para o câncer, mas pode ser companheira de luta. Atua no alívio da dor, das náuseas e da inapetência que chegam com os tratamentos oncológicos. Também oferece resposta positiva frente a inflamações severas, como dermatite atópica. Em distúrbios neurológicos, os relatos apontam melhora em tremores, espasmos e dificuldades de locomoção.


A escuta necessária: o olhar do veterinário


Importante dizer: o uso da cannabis em animais não é receita de rede social ou conselho de vizinho. O acompanhamento de um médico-veterinário especializado é essencial para dosar, ajustar e monitorar os efeitos. E mais: os produtos utilizados devem ser específicos para uso veterinário, porque cada espécie tem sua fisiologia, seu tempo, seu corpo.


O que a ciência começa a dizer


Em meio a pesquisas em andamento, o que já se sabe é que a cannabis tem um perfil de segurança promissor em diversas espécies, e que sua atuação sobre o sistema endocanabinoide animal é tão complexa quanto cheia de possibilidades.

Fonte: Sechat
Foto: Reprodução Sechat

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