Ação realizada durante o Plantão visa proteger a infância em momentos de grande aglomeração, como é o caso do Carnaval
Na última segunda-feira (16) de carnaval, a consultora de vendas Alexandra Bispo, 44 anos, fantasiou o pequeno P*, de 1 ano, de Filhos de Gandhy e foi para o Circuito Batatinha,. Mas faltava um item que para a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/BA) é essencial: a pulseirinha de identificação infantil. Neste Plantão do Carnaval 2026, a instituição produziu mais 10 mil pulseiras para serem distribuídas em todos os circuitos, reforçando a estratégia de prevenção ao desaparecimento de crianças em meio à multidão que toma conta dos circuitos oficiais da festa.
Produzidas em material resistente e inviolável e impressas na cor verde para chamar atenção, as pulseiras trazem campos para preenchimento do nome completo da criança, endereço, responsável e telefone para contato. “Eu estava, justamente, procurando onde estava distribuindo. É muito importante esta identificação da criança, pois vai que, por ventura, ela se perca, é só encontrar o responsável pelos dados que estão na pulseira”, afirmou a consultora, enquanto a defensora pública Milca Naate Araújo anotava as informações dela na pulseira.
A pulseirinhas são distribuídas não só nos pontos de atendimento instalados nos circuitos da folia. Equipes itinerantes também percorrem os espaços onde há grande concentração de pessoas para identificar os pequenos. A coordenadora da Infância no Plantão, Carmen Novaes, destaca que a pulseira é um símbolo da missão da DPE/BA de proteger a infância em momentos de grande aglomeração, como é o caso do Carnaval. “Uma das missões institucionais da Defensoria é garantir os direitos de crianças e adolescentes. Isso inclui promover a identificação desse público em grandes eventos e festas populares. O Carnaval de Salvador, reconhecido mundialmente por sua grandiosidade, reforça ainda mais a importância dessa atuação. Por isso, é fundamental intensificar a proteção de nossas crianças e adolescentes, por meio da distribuição e colocação de pulseiras de identificação em seus braços”, explicou a coordenadora.
A assistente social Paula Rafaela veio de Alagoas para curtir o carnaval de Salvador e, durante a visita ao circuito Batatinha, no Pelourinho, fez uma parada na Unidade Móvel da Defensoria para garantir a pulseira do filho de 7 anos. “É muito importante, na hora da diversão, proteger as nossas crianças e nossos adolescentes” , concordou a turista.
Fonte / Foto: Ascom DPE/BA
