A APLB-Sindicato, representante dos/as trabalhadores/as em Educação do estado da Bahia, celebra, no próximo dia 24 de abril (sexta-feira), 74 anos de história marcados pela luta em defesa do ensino público e pela valorização dos/as educadores/as.
Neste ano de 2026, a entidade, que também figura como o segundo maior sindicato do Brasil, com cerca de 80 mil filiados/as, escolheu dar um significado ainda mais forte à data, lançando uma campanha permanente de combate ao feminicídio.
A iniciativa será desenvolvida ao longo de todo o ano, com ações nas escolas, nos núcleos e regionais da APLB, na capital e interior do estado. Estão previstas atividades como a distribuição de cartazes e faixas educativas, produção de materiais didáticos e a realização de debates que promovam a conscientização e o enfrentamento à violência contra a mulher.
A campanha surge diante da crescente preocupação da entidade com o aumento dos casos de violência de gênero. Sabemos que a categoria dos professores é majoritariamente feminina, o que reforça o compromisso da instituição em atuar ativamente na defesa das mulheres.
De acordo com o coordenador-geral da APLB, professor Rui Oliveira, a educação tem papel fundamental neste enfrentamento.
“Educar é uma das formas mais eficazes de combater a violência. É por meio da informação, do diálogo e da formação cidadã que podemos transformar essa realidade”, destacou.
Ao completar mais de sete décadas de atuação, a APLB reafirma seu compromisso não apenas com a valorização da educação, mas também com a construção de uma sociedade mais justa, igualitária e livre da misoginia.
Fonte / Card: ASCOM APLB
